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04/10/2018 | Portal do PSDB na Câmara

Apoio ao empreendedorismo pavimenta um futuro melhor, avalia Otavio Leite

O desenvolvimento econômico e a educação de qualidade pavimentam o futuro dos jovens brasileiros. Esta é uma avaliação feita pelo deputado Otavio Leite (RJ), um entusiasta na defesa das ações de empreendedorismo. Para ele, empreender é palavra mágica que quando concretizada dá um novo significado ao futuro: esperança num mundo melhor, inovador.

Membro da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara, Otavio Leite tem várias propostas voltadas para dar apoio ao empreendedor e, mais especificamente, ao jovem. Para o tucano, é importante começar a empreender desde cedo, começando nas universidades, por exemplo. Esta seria uma forma de fortalecer a inovação e a economia criativa construindo um futuro com geração de emprego e renda.

“Combater a burocracia, facilitar a abertura de empresas, abrir oportunidades para crédito é fundamental para que o país tenha um ambiente que permita àquele que quer empreender, levar adiante a concretização de um sonho, de um negócio, de um produto”, afirmou o parlamentar em entrevista à Rádio Câmara.

Ao apresentar projeto de lei (PLP 462/2017) criando o Inova Simples, o deputado buscou a simplificação no processo de abertura e fechamento das startups, ou seja, empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento. Mas que convivem com alto grau de incerteza em relação à viabilidade tecnológica e econômica.

Otavio Leite reitera a importância de valorizar e apoiar empresas com este novo conceito. Para ele, é preciso permitir que ideias inovadoras se transformem em empresas e possam seguir adiante para enfrentar o mercado e desenvolver seus produtos.

“Apoiar as empresas juniores nas faculdades, as startups e todas as iniciativas da economia criativa, da economia do século XXI, é algo fundamental para o futuro do país. Isso gera emprego, gera renda, gera oportunidades”, ressalta ele.

Em junho, durante sessão solene em homenagem aos 30 anos do Movimento Empresa Júnior (MEJ) no Brasil, o parlamentar carioca destacou o reconhecimento deste movimento pelas universidades, que poderia ser incluído como uma possibilidade de extensão universitária.

As EJs são formadas exclusivamente por estudantes universitários que gerenciam todos os projetos e processos de uma empresa de verdade e realizam serviços de alta qualidade, cobrando valores abaixo de mercado, por não terem fins lucrativos. São mais de 20 mil jovens universitários que compõem mais de 600 EJs em todo país.

Foto: Alexssandro Loyola