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Equipe, Alicerce Fundamental

Na foto, equipe, amigos e colaboradores em um momento de confraternização.

Ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Eis um ditado que não comporta reparos. Creio que qualquer homem público tem esta consciência. No entanto, o grande drama consiste em saber como organizar um bom grupo de assessoramento. Isso não cai do céu, nem acontece de uma hora para outra. O imperativo do tempo (na dimensão do amadurecimento) e o sentido de processo (no equacionamento diário das demandas que eclodem) são dogmas a serem observados.

Ao chegar ao terceiro mandato na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, atribuo esse êxito essencialmente ao fato de ter alcançado um nível de organização que, sozinho, jamais teria condições de estabelecer. Fui apenas a melodia que imprimiu fluência à orquestra. Para tal, a maestrina foi a competente e respeitada professora Regina Mendes, minha querida sogra, que não apenas muito me ajudou a construir um grupo político-administrativo, como também me fez abrir os olhos para um sem número de aspectos das relações interpessoais que presidem a “práxis” política. A começar pela irrevogável necessidade de, em determinados momentos de impasse, não deixar acumular dúvidas ou névoas, e partir para a clarificação do problema, enfrentando quem quer que seja. A rigor, a idéia de formação de um grupo orgânico (profissional e pessoal) se calca em uma visão minha mas sob influência direta de concepções emanadas por ela.

A orquestra, sob sua régia batuta, obedece, desde o início, a uma composição plural. Minha assessoria sempre foi reflexo da minha votação. E como atuo diversificadamente no que tange a temas e regiões do Rio, devo dizer que a minha equipe sintetiza, social e economicamente, a população da cidade.