Seu browser não suporta JavaScript!

07/03/2018 | Portal do PSDB na Câmara

Otavio Leite destaca impacto positivo do visto eletrônico

Por Ana Maria Mejia

O deputado Otavio Leite (RJ) celebrou o sucesso da concessão do visto eletrônico para norte-americanos entrarem no Brasil. Há duas décadas o tucano vinha defendendo a oferta dessa instrumento, que facilita e agiliza o processo. “Fico muito feliz ao ver que essa matéria já pode contribuir para o desenvolvimento do Brasil e para geração de emprego e renda”, ressaltou.

O perfil do tucano no Twitter destaca nota publicada na coluna de Ancelmo Gois, no jornal “O Globo”, ressaltando os bons resultados. “De 1º a 22 de fevereiro foram emitidas 14.282 autorizações. Isto é 80% a mais do que foi feito no mesmo período de 2017″, diz o texto. “Meu empenho nessa modernização não foi em vão. Turismo gera empresa e riqueza para nosso país. Só temos a ganhar!”, escreveu Otavio Leite.

O tucano lembrou que 54 milhões de americanos viajam anualmente. Apenas 1% tem o Brasil como destino. “Isso por conta muitas vezes da burocracia na autorização para vir ao Brasil. Agora não. De forma online, eles podem de qualquer ponto do país, acessar o portal e obter a autorização para viajarem pra cá”, afirmou.

Anualmente 1,5 milhão de brasileiros têm os Estados Unidos como destino – de férias ou serviço. No sentido contrário, apenas em torno de 600 mil.

Para Otavio Leite, é muito pouco diante da quantidade e qualidade de ofertas em território brasileiro. O parlamentar ressalta o turismo como fonte criadora de emprego e renda. “Quanto mais pessoas chegarem, mais consumo, seja no táxi, comércio, hotéis, restaurantes, hotéis, shoppings – significa mais dinheiro que entra na economia brasileira”, ressaltou.

O visto eletrônico já pode ser acessado também pode cidadãos do Canadá, Austrália e Japão. O custo é de US$ 40, cerca de R$ 130. Diferentemente do visto comum, que tem validade de até cinco anos, o e-Visa tem validade máxima de dois anos e não exclui a possibilidade de o interessado solicitar visto da forma tradicional, por meio da rede consular brasileira.

Foto: Alexssandro Loyola